É preciso largar o que está para trás, no momento certo e preciso, para agarrar o que vem a seguir. Neste processo, nesta dinâmica, há um momento em que não se está agarrado a coisa nenhuma, em que se está suspenso no ar e em que é preciso confiar no trapésio seguinte.
É preciso muitas vezes largar o passado, o que nos prende e aprisiona e ousar largar o trapésio da mão. Ousar ficar um tempo sem seguranças sem certezas, suspenso no ar. Mas com confiança na etapa seguinte, apesar do medo de nos estatelarmos no chão.
Este momento em que já largámos mas ainda não chegámos ao outro lado, é às vezes longo. Sinto-me num tempo assim. Às vezes morro de medo de me estatelar, outras vezes vivo na confiança e na esperança do próximo trapésio.
Hoje, neste preciso dia, que chegou depois do dia de ontem, sinto que se estiver atenta, suficientemente aberta, sou capaz de ver os sinais e seguir pelo caminho inevitável que me leva para fora de mim, para outro trapésio. Hoje confio... apesar de amanhã ser outro dia.

acho que é com z
ResponderEliminarÉ sim senhora... mas só percebi depois e não me apeteceu mudar... :P
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